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02/01/2017

Visitando a cidade

Colunista Maria

Na quinta-feira, dia 29 de dezembro, fui com minha filha ver a cidade que o Gil está deixando para o Miguel administrar. Fiquei pasma como esse moço e a equipe dele conseguiram fazer tanto em tão pouco tempo! A reposta é muito simples: trabalhando! O Parque Ambiental Jardim Botânico parece um sonho realizado. As famílias caminham com as crianças, enquanto os responsáveis pelos quiosques comercializam produtos. Parece um filme – principalmente para quem como eu não teve o trabalho de fazer. Só torcer! Os pedalinhos fazem a alegria dos jovens e especialmente das crianças. É tudo lindo...

A Capela Mortuária, onde podemos prantear com respeito os nossos amigos. O Cemitério Municipal foi renovado. Inclusive, comprei um pedacinho, porque ficarei por ali... Não tão cedo, é claro!

Os ônibus brilhantes e lindos. Acho que deixarei de dirigir. Vou andar de ônibus e de graça... O Paço Municipal: nada de puxadinho. É tudo novo. E a Câmara de Vereadores, que está pronta para que os vereadores honestos e competentes, assim espero, iniciem o trabalho no Legislativo. E a regularização fundiária da Vila Monte Castelo? Ou seja, 40 anos esperando. Para quem teve a situação regularizada é bom demais poder dormir e pensar: “Esta casa é minha, ninguém me tira daqui”.
As obras da saúde são tantas que nem vou enumerá-las. A licitação de lotes e barracões industriais para os Parques Industrial I e II. E as escolas que parecem novas esperando o novo ano! Então, chegamos à Vila Nova Porã e as casinhas novas de cores vivas com os moradores, alguns fizeram jardins, outros muraram, mas um bom número ainda não aprendeu a morar em casa nova e está um desmazelo.

Lembrei muito do meu tempo do BNH (Banco Nacional da Habitação). Trabalhei como socióloga, e uma das tarefas era ensinar a usar uma casa nova, não entulhar com coisas velhas. Era preciso discutir a importância de abrir a janela e colocar cortininha alegres e, em volta, plantar flores e um canteiro de legumes.

Sei por experiência própria que dois pés de couve fazem um bom prato. Um pé de tomate dá tanto que podemos dividir com os vizinhos. Um pé de cebolinha verde rende o tempero do feijão. Mas precisa cuidar!
João – Gruta Baiana, que é o dono da casa onde moro, ficou assustado com tudo o que plantei no meu jardim/horta/pomar. Posso ajudar o pessoal das casinhas novas. É só me pedir. Faremos belíssimas hortas e perfumados jardins.
Enfim, cheguei à Avenida Ladislao Gil Fernandez, que do céu deve estar dizendo: “Meu menino fez tudo certo! Como ensinei”. Se não bastasse, o vice-prefeito Dr. Adail Rother Júnior, médico respeitado e amado pelos pacientes, tudo fez para que Carlos Gil pudesse ir à Brasília e Curitiba, sem ter medo de deixar a cidade sem comando. Lá estava o jovem médico num sorriso e mãos sempre pontas para um aperto que acabava num abraço. Trabalhando muito! 

Nem vou falar no Jayme Ayres, porque usaria um jornal. Ele é um fazedor de beleza, cumprimento-o por tudo que fez e fará.
Miguel Amaral vem aí com experiência administrativa e a seriedade de quem continuará as obras iniciadas e fará outras. Tenho certeza! Não tem medo de serviço. É um homem de trabalho. Desejo o maior sucesso para que a cidade cresça e sirva de modelo para as demais.
Encerro agradecendo a Carlos Gil e Adail Rother Júnior, e desejando a Miguel Amaral o maior sucesso. Coloco-me à disposição para o que precisar.

Viva a nossa cidade! Feliz Ano Novo para todos.

Mara de Lourdes
Montenegro Holzmann
Socióloga





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