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21/11/2016

Fisioterapia é utilizada no tratamento de incontinência urinária

Colunista Vandia

Considerando-se a incontinência urinária uma perda involuntária de urina, a incidência ocorre na maioria dos casos, com o aumento da idade, atingindo uma média de 50% das mulheres na pós- menopausa. Esta patologia se manifesta gradativamente e se agrava de forma progressiva independente do gênero.

A fisioterapia tem ganhado grande espaço no tratamento de incontinência urinária. Ela atua principalmente nas incontinências de esforço, mas também contribui no tratamento do tipo de urgência e a paradoxal.

A conduta tem como objetivos melhorar a força de contração das fibras musculares do períneo e do assoalho pélvico, reeducar esta musculatura, coordenar a atividade abdominal e promover um rearranjo estático lombo pélvico. Para isso, utiliza-se de exercícios específicos, aparelhos de eletroestimulação e biofeedback e técnicas que promovem o fortalecimento dos músculos necessários para manter a continência urinária. A fisioterapia também pode e deve ser usada de forma preventiva, evitando disfunções neuromusculares.

O tratamento fisioterapêutico, neste caso, pode ser utilizado em qualquer idade. Embora este fator possa influenciar no tempo e no grau de melhora, não é determinante. A severidade da disfunção, o nível de consciência corporal e cognitiva, a assiduidade nos atendimentos, bem como a perseverança e o comprometimento da paciente com o tratamento, principalmente fora do consultório, são fatores que contribuem de forma decisiva no sucesso do tratamento. Sabe-se que em 85% dos casos a fisioterapia tem apresentado resultados expressivos de melhora da sintomatologia da incontinência urinária, promovendo qualidade de vida para inúmeras mulheres.


Dra Vândia Leal
Fisioterapeuta
Crefito 08: 96373-F
(43) 9648-1059





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