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23/05/2016

Fisioterapia respiratória ajuda bebê a respirar melhor

Colunista Vandia

Se você tem um filho com menos de três anos, provavelmente enfrentou dificuldades para eliminar a secreção que se forma com as doenças respiratórias, tão comuns nesta época do ano.

Em muitos casos, apenas a limpeza com soro fisiológico e inalação resolvem. Mas há quadros em que a secreção se acumula e acaba obstruindo as vias aéreas e, consequentemente, dificultando a respiração das crianças. Para estes casos, a fisioterapia respiratória pode ser uma grande aliada. Nunca ouviu falar? Não se culpe. A maioria dos pais desconhece este segmento milagroso da fisioterapia. Quando indico a técnica no consultório, a grande maioria dos pais nunca ouviu falar.

Mas, depois que conhece o trabalho destes profissionais, aprovam em 100% dos casos.

A indicação depende muito da linha do pediatra, mas de forma geral, a fisioterapia respiratória é recomendada para os quadros em que o bebê ou a criança apresente algum tipo de desconforto respiratório, normalmente causado por infecções como bronquiolites e pneumonias, ou mesmo uma gripe mais forte, que ocasiona um acúmulo de secreção que a criança normalmente não consegue eliminar sozinha. “Por meio de exercícios respiratórios e manobras de desobstrução brônquicas o fisioterapeuta facilita a entrada do ar, melhora a oxigenação e a eliminação das secreções. São exercícios realizados pelas mãos do especialista ou por meio de aparelhos vibratórios que auxiliam na drenagem das secreções e sua posterior eliminação.

Quando a fisioterapia respiratória é necessária
É normal que os pais fiquem em dúvida se a secreção que aparece no nariz dos filhos é apenas reflexo de um resfriado ou se pode evoluir para algo mais sério. Por isso, é importante observar alguns sinais que indicam a necessidade da fisioterapia respiratória. Os pais devem ficar atentos se perceberem que a criança está com dificuldade para respirar, muitas vezes ficando ofegante e com desconforto geral. Além disso, o acúmulo de secreção pode levar a quadros bacterianos secundários (otites, sinusite, pneumonia) e até engasgos com vômitos.

A secreção acumulada leva a uma respiração ruidosa, dificultando a oxigenação. Tudo isso faz com que a criança respire mais rápido e fique mais cansada, como os pais costumam relatar. Nessa hora, a realização da fisioterapia respiratória ajuda muito, evitando piora do quadro respiratório e possíveis internações”.

As manobras só podem ser feitas por fisioterapeutas especializados. Na hora de escolher o profissional que irá cuidar do filho escolha alguém de confiança. E preste atenção nos detalhes. O fisioterapeuta deverá ter o próprio material de trabalho e tudo precisa ser descartável. Higiene nos aparelhos de uso comum e a utilização de equipamentos de proteção individual – como máscaras, avental e luvas – garantem a segurança do paciente e do próprio fisioterapeuta, além de evitar contaminações.
Mantenha a vida em movimento. Consulte um fisioterapeuta:

Dra Vândia Leal
Fisioterapeuta
 Crefito 8: 96373-F
Pós-graduada em Fisioterapia Cardiorrespiratória
Fisioterapeuta Perita Forense Associação Brasileira de Fisioterapia Forense
Atendimentos: Vanmed Clínica de Fisioterapia Estética e Nutrição
 Clínica de Ortodontia e Estética Dra Celina Hessmann
(43) 3472-23-54 e 9648-1059





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