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24/11/2015

Fisioterapia para Alzheimer

Colunista Vandia

Entre as doenças que afetam o cérebro, o Mal de Alzheimer é uma das mais cruéis. Ela se instala lentamente e mina a capacidade do indivíduo de se relacionar com o mundo exterior e com ele próprio.

A doença de Alzheimer é neuropsiquiátrica progressiva do envelhecimento encontradas em adultos de meia-idade e particularmente em mais velhos, que afeta a substância cerebral e é caracterizada pela perda inexorável da função cognitiva, bem como distúrbios afetivos e comportamentais.

A principal causa de demência em adultos com mais de 60 anos, o Mal de Alzheimer é responsável por alterações de comportamento, memória e de pensamento.

A doença se caracteriza pela morte gradual de neurônios, as células nervosas do cérebro. As causas desse desastre são pouco conhecidas. Sabe-se que ele está relacionado a um acúmulo de duas proteínas: beta-amilóide.

O tratamento fisioterapêutico para o Mal de Alzheimer deve ser realizado no mínimo 2 vezes por semana em pacientes que se encontram numa fase inicial da doença e que apresentam sintomas como dificuldade em andar ou equilibrar, por exemplo, ajudando a retardar o avançar da doença e mantendo a autonomia do doente por um maior período de tempo.

No entanto, quando o paciente está numa fase avançada e, se encontra acamado, é importante fazer exercícios de fisioterapia diariamente com um terapeuta, para evitar a atrofia muscular e manter a amplitude das articulações de modo a ter bem-estar e conforto

Benefícios da fisioterapia
O tratamento de fisioterapia para idosos com Alzheimer tem como objetivos: ajudar o indivíduo a movimentar-se mais livremente, mantendo alguma autonomia e mobilidade para se mexer na cama, sentar ou andar, por exemplo; evitar que os músculos fiquem presos e atrofiados, que trazem dores; permitir a amplitude das articulações, para realizar as tarefas do dia-a-dia; evitar quedas e fraturas; e evitar dor nos músculos, ossos e tendões, que causam desconforto e mal-estar.

Desta forma, a fisioterapia permite que o indivíduo mantenha alguma autonomia, conseguindo realizar tarefas do dia a dia sozinho ou com o mínimo de ajuda possível.

Além disso, se a capacidade para se mexer e mobilizar estiver pelo maior tempo possível, ajuda a retardar problemas comuns na doença de Alzheimer, como prisão de ventre, desenvolvimento de infeções respiratórias ou escaras.

Dra Vândia Leal
Fisioterapeuta
Crefito 8: 96373-F
(43) 9648-1050
direcaovanmed@hotmail.com





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