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Sexta-feira, 18 de Maio de 2012

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Tijolão - 30/01/2012
Ganhou grande repercussão no Brasil o acordo entre os supermercados de São Paulo e a Prefeitura Municipal para que as empresas deixem de fornecer sacolas plásticas aos clientes. A partir de agora, na grande maioria dos mercados da capital paulista, os consumidores podem optar por comprar as sacolas, que serão vendidas como qualquer outro produto do supermercado ou levar uma sacola retornável. Como aquelas muito usadas nas feiras livres.
No Paraná, o deputado estadual Caíto Quintana apresentou projeto de lei, no ano passado, o qual foi aprovado pela Assembleia Legislativa. Pelo texto, apenas as sacolas oxi-biodegradáveis poderiam ser utilizadas. No entanto, segundo o site G1, o governador Beto Richa deve vetar o projeto de lei, sob a alegação que as sacolas ferem o interesse público, pois causam aumento de preços ao consumidor.

Segundo o Governo, esse tipo de sacola estipulado é mais caro e os estabelecimentos comerciais provavelmente não iriam arcar com o custo, repassando-o ao consumidor. Além disso, o Governo justifica com aspectos ambientais. “O projeto de lei gera, no imaginário das pessoas, a falsa ideia de que as novas embalagens poderiam ser descartadas sem qualquer dano ao meio ambiente, o que não é verdade. Essas embalagens, supostamente biodegradáveis, são plásticos oxi-degradáveis ou fragmentáveis, que recebem aditivos químicos para acelerar o processo de degradação”, diz trecho do veto.



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